A Gratidão Transforma sua Vida Financeira

By | Março 18, 2017

A Gratidão TransformaAtribui-se ao psicólogo norte-americano William James ou a ninguém menos que o físico alemão Albert Einstein a autoria da tese de que o ser humano utiliza apenas 10% do seu cérebro.

Enquanto não há nenhuma referência histórica ou biográfica atestando ter sido Einstein o autor de tal assertiva, é reconhecido que James ponderou em seus escritos que o ser humano faz uso de apenas uma pequena fatia de seus atributos físicos e mentais.

Parece improvável que haja uma relação de fato entre a suposta lenda dos 10% e a afirmação de James, uma vez que a primeira tem caráter meramente orgânico, enquanto a segunda sugere uma relação com o processo evolutivo.

É evidente que seria uma enorme bobagem acreditar que o ser humano só usa 10% de um órgão tão fabuloso, ligado a todas as funções do corpo, assim como parece inverossímil qualquer afirmação que contrarie o fato de que o ser humano pode estar muito longe de ter desenvolvido a capacidade e de explorar, em toda a sua plenitude, todas as suas capacidades e, ao falar de capacidades, falamos inevitavelmente do cérebro.

Ao falar de capacidades, estamos falando de treinamento. A maior prova de que é sempre possível desenvolver a nossa capacidade é o poder que o treinamento tem de fazer com que as pessoas executem as tarefas de uma forma cada vez melhor. Um atleta pode conseguir correr cada vez mais rápido e executar as tarefas com cada vez mais perfeição. Um jogador de xadrez desenvolve, a partir da prática frequente, a capacidade de resolver cada vez mais situações diferentes, respondendo a ameaças ou desferindo ataques, assim como desenvolve a aptidão de focar em dezenas de situações simultaneamente. Tudo isso é treino, desenvolvimento. Se houver um instrutor, uma influência externa positiva, esse processo tende a se acelerar.

Como explicar que uma pessoa possa ler dez ou vinte vezes mais rápido do que as pessoas comuns? Essa capacidade é consequência de um processo de recondicionamento do cérebro para absorver a informação de uma forma otimizada.

Como, diante de tantas evidências de que a capacidade cerebral é consequência de estímulos, duvidar de que fatores emocionais, comportamentais e de atitude não influenciam diretamente nosso estado de espírito, e isso é consequência dos estímulos que o cérebro recebe?

A grande dúvida

A ciência é o caminho mais seguro para o conhecimento e ela confirma, por meio de pesquisas, que o cérebro é influenciado e reage de acordo com estímulos e que esses estímulos culminam em estados de espírito. A questão é saber como o estado de espírito, como a atitude e o pensamento influenciam nossas vidas, para o bem ou para o mal.

O que a autora do curso “A gratidão e a prosperidade financeira”, a psicóloga, especialista em Administração de Recursos Humanos, mestre em Engenharia de Produção e Gestal-terapia, Márcia Luz sustenta é que a atitude perante o mundo e a vida é um fator determinante para as conquistas e o bem-estar, a partir de uma conexão entre o indivíduo e o ambiente externo, conexão essa que tem o cérebro como fio condutor. Razão pela qual alguns objetivos como o êxito e a felicidade podem ser alcançados por meio de um trabalho de condicionamento do cérebro para produzir uma atmosfera interior positiva.

Não é algo que passe tão longe das abordagens religiosas e até filosóficas, ou filosófico religiosas, desde o Tao Te King, passando por diversas doutrinas e autores até chegar aos dias atuais.

A grande dúvida é se tudo isso não passa de crendice ou se os resultados obtidos por muitas pessoas não passa de sugestionamento. Se a segunda opção é a correta, ponto para quem acredita que métodos como o da autora funcionam. É exatamente de sugestionar o cérebro que se está falando e a partir disso realizar a grande transformação. O que vem ao caso são os resultados.

Tudo é um conjunto de fatores

Seria insano sugerir que as coisas acontecem na vida das pessoas exclusivamente em razão de sua atitude ou seus pensamentos. Seria como pensar em fazer um cruzeiro pelas Ilhas Gregas sem tomar o navio.

Indo às finanças, não é possível esperar resultados satisfatórios se a pessoa adota hábitos perdulários, se é do tipo que não importa quanto ganhe, sempre irá gastar mais. Se essa pessoa acumula dívidas e não faz nenhuma questão de se organizar ou disciplinar seus gastos, não há atitude mental que dê jeito.

O sucesso é resultado de uma confluência de fatores, assim como o bem-estar ou o que chamamos de felicidade, que é uma ideia que assume formas diferentes para cada pessoa, sendo que a maioria delas, integral ou parcialmente, liga a felicidade à condição financeira. Não é por acaso. Uma boa condição financeira nos dá segurança e liberdade.

O problema é que muitas pessoas cumprem todas as exigências do protocolo. Sim, porque o mundo atual, ainda que seja o mundo das escolhas e da liberdade, quando trata de “sucesso”, pelo menos no formato comercial, não é tão democrático. As pessoas devem se preparar, se preparar e se preparar mais um pouco. Quando sentem-se prontas, está na hora de se preparar mais um pouco, não só no sentido de acumular conhecimento e aptidões profissionais, mas também no sentido de desenvolver valências sociais.

Talvez seja toda essa pressão a razão de as pessoas desenvolverem uma atitude negativa diante da vida, que começa a sugá-las como areia movediça. O mundo atual poderia vir com manual. Há sempre uma exigência tão grande, as pessoas são levadas a exigirem tanto de si mesmas, que a impressão que se tem é de que não se tem nada. Essa exigência desmedida faz com que as pessoas exijam de si e das outras pessoas, o que cria um ambiente de cobrança permanente e a ideia de que a felicidade é algo inatingível, de que está sempre para além da próxima bifurcação ou depois do próximo lance de escada.

A frustração causa uma atitude negativa, que faz com que as pessoas estejam sempre insatisfeitas e o sentimento de insatisfação gera uma rede de novos acontecimentos, que geram mais insatisfação. Um dos focos geradores de insatisfação é o consumismo. É difícil até mesmo de mensurar o que é uma boa situação financeira porque ela se mede a partir do quanto se pode consumir, o que faz pensar que estamos permanentemente insatisfeitos e não temos nenhuma gratidão pelo que temos.

O poder da gratidão

O Dr. David DeSteno, do departamento de Psicologia da Universidade de Boston, realizou um teste com um grupo de pessoas. Ofereceu a elas dinheiro, mas deu-lhes a opção de receber o dinheiro imediatamente ou 30 dias depois, só que três vezes a quantia em questão.

Steno dividiu as pessoas em três grupos e os colocou cada um em um estado emocional diferente, estimulado através de exercícios. Algumas eram induzidas ao estado de gratidão, outras de alegria e um terceiro grupo era mantido em um estado neutro. O pesquisador constatou que o grupo que estava no estado de gratidão era o mais propenso a adiar a recompensa para ganhar três vezes mais.

De certo modo, essa pesquisa explica a relação entre a gratidão e a questão financeira. Parece que as pessoas gratas se sentem num estado de maior satisfação, estando menos propensas a buscar satisfação e bem-estar nas coisas, o que acarreta gastos e descontrole financeiro.
O curso

O curso da doutora Márcia Luz, Gratidão e Prosperidade Financeira, tem por finalidade ensinar às pessoas a desenvolver um estado de gratidão permanente através de um método desenvolvido por ela.

Através de exercícios bem simples, o curso ensina às pessoas a se conectarem com a prosperidade financeira, superar crenças limitantes em relação ao dinheiro, a combater sabotadores que afastam você da abundância e a reprogramar a mente para o sucesso.

O curso é dividido em duas partes. Na primeira, o treinando assiste a três vídeos que vão prepará-lo para a jornada da gratidão pela prosperidade financeira. Na segunda parte, o curso aplica uma jornada com onze exercícios, um a cada dia, cuja finalidade é reprogramar a mente para receber a ajuda financeira desejada.